terça-feira, 30 de junho de 2009

A Condição Humana

1.1 A culpa moral de todos os homens

Lemos no livro de Gênesis que Deus criou o homem a sua imagem e semelhança:
"Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra” Gênesis 1:27-28
Deus colocou o homem para dominar ou administrar toda a criação. Não vamos estudar a criação, mas um fato importante é que a vida do homem antes do pecado original era maravilhosa e cheia de esperanças. O homem era extremamente dotado de capacidades emocionais e físicas além de manter um íntimo relacionamento com o seu Criador.
Havia em Adão uma responsabilidade sobre toda a humanidade. Mas, infelizmente, deixou-se ser enganado por Satanás representado pela serpente.
Satanás era uma autoridade divina decaída, chamada Lúcifer que se rebelou contra Deus querendo ser igual a Ele.
"mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais. Disse a serpente à mulher: Certamente não morrereis, Porque Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal. Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu.” Gênesis 3:3-6
"Eva foi enganada; Adão comeu do fruto conscientemente (l Timóteo 2:14). O pecado do primeiro casal foi maior do que simplesmente comer o fruto proibido; inclui desobedecer à Palavra revelada de Deus; crer na mentira de Satanás; e colocar sua vontade acima da vontade de Deus...” (comentário tirado da Bíblia Anotada de Charles Laudwell Ryrie, Th.D.; Ph.D).
A pior conseqüência do pecado de Adão foi sem dúvida a morte espiritual, ou seja, a separação eterna de Deus. As enfermidades físicas, emocionais e a morte física também são decorrentes deste pecado.
“Porque o salário do pecado é a morte, mas o Dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor” Romanos 6:23

1.2 Adão pecou, não eu!

Quando Adão pecou desobedecendo a Deus, o pecado foi imputado como um vírus a toda a humanidade e suas gerações futuras. Adão estava separado de Deus e não poderia gerar descendentes sem pecado. Por isso, o apóstolo Paulo usa a. expressão: "natureza adâmica" ou "natureza pecaminosa". Todos os homens pecaram a. partir da desobediência de Adão. No entanto, o ato de pecar - rebelando-se contra Deus - é sempre uma escolha pessoal, pois temos o livre arbítrio.
“Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” Romanos 3:23
Leitura: Romanos 5:12-19

1.3 O que há por trás do pecado?

Ganância. É importante sabermos qual a real motivação do coração de Adão ao comer este fruto, só assim poderemos entender nossas próprias motivações que nos leva ao pecado.
Preste bastante atenção neste texto:
"Ora, a serpente era o mais astuto de todas os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? Respondeu a mulher à serpente: De fruto da árvore do jardim podemos comer, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais” Gênesis 3:1-6
O sentimento que Satanás produziu no coração de Eva e por conseqüência no coração de Adão foi a ganância (a mesma ganância que encheu o seu coração e o levou a destruição). Portanto, Satanás só produziu no coração do homem um sentimento do qual o seu coração estava cheio. A ganância cria raízes no coração do homem, levando-o a querer ser igual a Deus e independente Dele. A desobediência, arrogância, violência, etc, são na verdade apenas conseqüência.

Finalizando, veja este interessante comentário:
“A tendência do ser humano é ser independente de Deus, não aceitá-lo como Criador e Senhor. Rebelar-se contra toda forma de ordem e autoridade divinas. Portanto o pecado é uma rebeldia contra Deus que acompanha e une-se a rebeldia de Satanás”.(comentário tirado da Bíblia Anotada de Charles Laudwell Ryrie, Th.D.; Ph.D)

sexta-feira, 19 de junho de 2009

juanribe pagliarin - A nova Jerusalém

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juanribe pagliarin - A morte de Estevão

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juanribe pagliarin - A menina dos olhos de Deus

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juanribe pagliarin - A mansidão de Moisés

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juanribe pagliarin - A Maldição sem causa

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juanribe pagliarin - A maldição dentro de casa

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juanribe pagliarin - A maldade dos Herodes e a misericórdia de Deus

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juanribe pagliarin - A maldade do coração do homem

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juanribe pagliarin - A lâmpada de Deus

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juanribe pagliarin - A infidelidade dos falsos deuses

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juanribe pagliarin - A indignação de Deus

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juanribe pagliarin - A incredulidade dos irmãos de Jesus

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juanribe pagliarin - A imprudência dos filhos da luz

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juanribe pagliarin - A Importância do ser benigno

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juanribe pagliarin - A história de Ló

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juanribe pagliarin - A história de Jefté - O filho da prostituta

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juanribe pagliarin - A Habitação, o poço seco e o lugar alto

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juanribe pagliarin - A habitação segura

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juanribe pagliarin - A guerra de quatro reis contra cinco

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juanribe pagliarin - A gravidez e o Senhor Jesus

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juanribe pagliarin - A grande festa no céu

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juanribe pagliarin - A glória de Deus no monte Sinai

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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Pense nisso ! Palavras mortas...


Simples palavras como BOM DIA!, BOA NOITE!, OBRIGADO ou ainda POR FAVOR! e por ai vai... pequeninas palavras que abrem portas, mas também a falta delas podem fecha-las, voçê tem feito isso? tem agradecido a quem te estende a mão? tem pedido desculpas? pare, pense, reflita... Invista em si mesmo.

Certa vez um jovem vinha de um dia de serviço dequeles... e a parada de ônibus estava lotada, quando o ônibus parou ele conseguiu entrar entre os dez primeiros e reservar seu lugarzinho, e quando o onibus estava lotado e seguiu viagem, começou a aproximar-se dele uma jovem senhora com uma criança de colo, quando ele viu a senhora aproximar-se dele começou logo a orar ( Senhor, tu sabes que meu dia foi brabo hoje, não deixe essa mulher vir pra cá não...) e a senhora se aproximava cada vez mais, a medida que as pessoas abriam caminho, quando ele percebeu que a oração não iria dar certo, pensou! vou fingir que estou dormindo!, a senhora parou segurando a criança no colo na frente dele e sobre a livre e espontânea pressão de dezenas de olhares que diziam em silêncio ( vamos ver qual é a desse cara ) ele se levantou e disse:
- senhora pode sentar aqui em meu lugar.
uma amiga que acompanhava a jovem senhora disse:
- amiga! agradece o rapaz pela gentileza...
- a jovem senhora disse:
- ele não fez mais que sua obrigação.
O rapaz ficou em silêncio mas indiguinado com a atitude dela, outras pessoas balançavam a cabeça como sinal de reprovaçâo, então ele teve uma brilhante idéia e falou num tom assustado:
- minha carteira! minha carteira! roubaram minha carteira!
As pessoas em volta levaram um sustu, começaram a olhar uns para os outros, então o rapaz se virou para a senhora e disse:
- a senhora pode se levantar pra eu poder ver se a minha carteira está aí.
E quando ela se levantou... ele aproveitou e sentou. Foi o restante da viagem em pé e ninguém mais deu lugar pra ela sentar, por que? simplismente porque não soube agradecer.
A falta dessas palavras pode fazer você ficar parecido com o caranguejo. Pense nisso...

Sheivison

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Pense nisso ! Lembranças...


Lembranças e mais lembranças... afinal de contas pra que servem as lembranças? será apenas um ato inevitavel e consumado de tristezas e alegrias? pensando nisso, digo que elas são uma grande aliada, uma espécie de mola propulsora que nos enjeta para a frente e por ela podemos tirar valiosissimas lições para empregarmos no presente e futuro. Pense um pouco acerca do seu passado, tire lições e avance!!! você tem melhorado como ser humano? ou tem piorado com o tempo? lembre-se por exemplo de quantos amigos voçê tinha e hoje, quantos amigos voçê tem? tem aumentado ou diminuido? voçê prioriza a família ou não? voçê tira tempo pra falar com Deus? Pense nisso...

Sheivison

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Orkut! O que Deus diria do seu?


Todo mundo está falando dele. O Orkut é a maior novidade do momento quando o assunto é comportamento cyber. Alguns não sabem direito o que é, mas já ouviram falar dele, outros (muitos) participam dessa comunidade, com mais ou menos freqüência. Mas, para todos, o orkut parece exercer um estranho fascínio, tanto para apoiá-lo, como para criticá-lo. Por um lado vemos a possibilidade de fazer novos amigos/amigas. Por outro temos também a idéia mentirosa de querer ser o que não somos.

Há muito tempo pensei em fazer um perfil e participar. Recebi muitos convites. Então há dois meses criei um. E tenho visto que muitos cristãos estão usando este meio de comunicação de forma desagradável a Deus. Independente de todas as ferramentas que o orkut proporciona, parece que não é a somatória delas que envolve as pessoas na sua onda. Alguns dizem que é apenas um modismo passageiro que, por não ter utilidade, em breve, as pessoas vão se desligando da comunidade. Mas isto não é verdade. Cada vez temos o interesse mais profundo em conhecê-lo.

Quando falamos sobre seu uso no Brasil, este fascínio parece ser ainda maior. O Brasil é o país com a maior presença no orkut. A presença do brasileiro fica ainda mais significativa se pensarmos que, a maioria da população, infelizmente, ainda não tem acesso à internet. O que venho a dizer é que um estudo Bíblico pela internet fica difícil para o cristão procurar. Mais ele faz o possível e até um extremo sacrifício para estar presente na lan-hause batendo um papo no orkut. Sem contar às comunidades que muitos cristãos estão participando. Comunidades estas que até algumas pessoas não cristãs jamais pensariam em estar.

Talvez você esteja ai achando isso uma bobagem. Mais eu lhe pergunto: O teu filho ou tua esposa/esposo tem acesso a sua identidade no orkut? Muitos dirão que sim. Mais creio que muitos também dirão o contrário. Creio que precisamos mais vigilância dentro de nossos lares. Tenho relatos de pessoas mentirosas (crentes) em seus perfis. Sinto muito mais estes não fazem parte de meus contatos. Talvez seja duro demais, não sei. De uma coisa eu sei: O pai da mentira é o diabo. Seja mentira virtual ou não. Temos visto também uma forma diferente de expressão nas pessoas que se identificam com nossa fé dentro deste quadro Orkut. Seria este o lado que a igreja estaria prendendo? Ou que os pastores desconhecem em suas ovelhas? Não sei. Talvez.

Muitos na realidade têm sido tragados pelo diabo dentro de suas casas. Pode-se dizer que a intenção é estar em contato com os amigos. Mas aqueles que estão na comunidade sabem que, aqueles amigos freqüentes em suas conversas às vezes são vistos de outra forma.Tenho visto perfil de alguns dos nossos com as mais variadas formas. "Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós". Mas alguns há que se declaram amantes do mundo e de suas concupiscências. A Bíblia condena tais hábitos.

Abro novamente um parêntese para dizer que sou usuário do Orkut, esta mensagem é apenas um alerta. Por várias vezes quis excluir meu perfil mas confesso que ainda não o fiz. Por isso resolvi hoje colocar um alerta para pais, pastores, lideranças etc.

Sem contar a confusão teológica que as comunidades postam. Ocasionadas por várias mentes pensando de formas variadas. E temos ainda o risco de termos membros de nossas igrejas ensinados por satanistas. Desde heresias a prostituição, tem de tudo. "Como uma fonte de água doce jorra ao mesmo tempo água salgada". Entre o perfil das pessoas mundanas e o perfil do povo de Deus no Orkut, não há muita diferença, pois ambos ouvem as mesmas músicas, curtem as mesmas coisas. Em Romanos 6 Paulo declara: “Andemos nós em novidade de vida” e em 2 Coríntios 5.17 "Se alguém está em cristo nova criatura é, tudo se fez novo". Como pode então o povo de Deus estar no Orkut e não fazer nenhuma diferença? Olha a mensagem de Paulo aos Filipenses: "Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai". Como podemos dar exemplo como filhos de Deus, se no Orkut, nossas fotos revelam impureza, seios, pernas e nádegas à mostra para quem quiser ver. Imagino a tristeza no coração de Deus. Onde está a santidade do povo escolhido? Na cruz o sangue de Jesus escorreu por nós, fomos comprados por alto preço e não podemos nos conformar com os padrões deste mundo impostos a nós. Devemos fazer a diferença, a Palavra declara que os que seguem a Jesus de forma alguma serão confundidos. Se você tem fotos em seu álbum, nos padrões acima citados, delete meu irmão. Façamos a diferença. Deixo ainda esse texto para reflexão:
“Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação”.(1Ts 4.7)

Fiquem na paz.

Pr. Adelcio Ferreira (semenadoapalavra.net)

O Segredo do Casamento



Meus amigos separados não cansam de me
perguntar como eu consegui ficar casado trinta anos com a mesma mulher. As mulheres, sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo.

Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo.

Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas, dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue.

Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade, já estou em meu terceiro casamento - a única diferença é que me casei três vezes com a mesma mulher. Minha esposa, se não me engano, está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes do que eu.

O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher. O segredo no fundo, é renovar o casamento, e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal. De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos, é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, voltar a se vender, seduzir e ser seduzido.

Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial? Há quanto tempo não fazem uma lua de mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?

Sem falar nos inúmeros quilos que se acrescentaram a você, depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 quilos num único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo? Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo e a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.

Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é sua esposa que está ficando chata e mofada, são os amigos dela (e talvez os seus), são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração. Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo círculo de amigos.

Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento. Mas, se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas, e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.

Não existe essa tal "estabilidade do casamento", nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos. A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma "relação estável", mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensando fazer no início do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, por que não fazer na própria família? É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.

Portanto, descubra o novo homem ou a nova mulher que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo e interessante par. Tenho certeza de que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso, de vez em quando é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.

Stephen Kanitz é administrador por Harvard

O Contrato de Casamento




Na semana passada comemorei trinta anos de casamento. Recebemos dezenas de congratulações
de nossos amigos, alguns com o seguinte adendo assustador: "Coisa rara hoje em dia". De fato, 40%
de meus amigos de infância já se separaram, e o filme ainda nem terminou. Pelo jeito, estamos nos esquecendo da essência do contrato de casamento, que é a promessa de amar o outro para sempre.
Muitos casais no altar acreditam que estão
prometendo amar um ao outro enquanto o casamento durar. Mas isso não é um contrato.

Recentemente, vi um filme em que o mocinho terminava o namoro dizendo "vou sempre amar você", como se fosse um prêmio de consolação. Banalizamos a frase mais importante do casamento. Hoje, promete-se amar o cônjuge até o dia em que alguém mais interessante apareça. "Eu amarei você para sempre" deixou de ser uma promessa social e passou a ser simplesmente uma frase dita para enganar o outro.

Contratos, inclusive os de casamento, são realizados justamente porque o futuro é incerto e imprevisível. Antigamente, os casamentos eram feitos aos 20 anos de idade, depois de uns três anos de namoro. A chance de você encontrar sua alma gêmea nesse curto período de pesquisa era de somente 10%, enquanto 90% das mulheres e homens de sua vida você iria conhecer provavelmente já depois de casado. Estatisticamente, o homem ou a mulher "ideal" para você aparecerá somente, de fato, depois do casamento, não antes. Isso significa que provavelmente seu "verdadeiro amor" estará no grupo que você ainda não conhece, e não no grupinho de cerca de noventa amigos da adolescência, do qual saiu seu par. E aí, o que fazer? Pedir divórcio, separar-se também dos filhos, só porque deu azar? O contrato de casamento foi feito para resolver justamente esse problema. Nunca temos na vida todas as informações necessárias para tomar as decisões corretas.

As promessas e os contratos preenchem essa lacuna, preenchem essa incerteza, sem a qual ficaríamos todos paralisados à espera de mais informação. Quando você promete amar alguém para sempre, está prometendo o seguinte: "Eu sei que nós dois somos jovens e que vamos viver até os 80 anos de idade. Sei que fatalmente encontrarei dezenas de mulheres mais bonitas e mais inteligentes que você ao longo de minha vida e que você encontrará dezenas de homens mais bonitos e mais inteligentes que eu. É justamente por isso que prometo amar você para sempre e abrir mão desde já dessas dezenas de oportunidades conjugais que surgirão em meu futuro. Não quero ficar morrendo de ciúme cada vez que você conversar com um homem sensual nem ficar preocupado com o futuro de nosso relacionamento. Nem você vai querer ficar preocupada cada vez que eu conversar com uma mulher provocante. Prometo amar você para sempre, para que possamos nos casar e viver em harmonia". Homens e mulheres que conheceram alguém "melhor" e acham agora que cometeram enorme erro quando se casaram com o atual cônjuge esqueceram a premissa básica e o espírito do contrato de casamento.

O objetivo do casamento não é escolher o melhor par possível mundo afora, mas construir o melhor relacionamento possível com quem você prometeu amar para sempre. Um dia vocês terão filhos e ao colocá-los na cama dirão a mesma frase: que irão amá-los para sempre. Não conheço pais que pensam em trocar os filhos pelos filhos mais comportados do vizinho. Não conheço filho que aceite, de início, a separação dos pais e, quando estes se separam, não sonhe com a reconciliação da família. Nem conheço filho que queira trocar os pais por outros "melhores". Eles aprendem a conviver com os pais que têm.

Casamento é o compromisso de aprender a resolver as brigas e as rusgas do dia-a-dia de forma construtiva, o que muitos casais não aprendem, e alguns nem tentam aprender. Obviamente, se sua esposa se transformou numa megera ou seu marido num monstro, ou se fizeram propaganda enganosa, a situação muda, e num próximo artigo falarei sobre esse assunto. Para aqueles que querem ter vantagem em tudo na vida, talvez a saída seja postergar o casamento até os 80 anos. Aí, você terá certeza de tudo.



Stephen Kanitz é administrador por Harvard


fonte www.kanitz.com.br

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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Video - Tony melendez

Exemplo de superação, depois que você ver não poderá ser o mesmo

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terça-feira, 9 de junho de 2009

O vazio que só você mesma pode alimentar


Mesmo depois de adultos, muitos desejam ser protegidos por alguém. Não digo apenas no sentido material, mas, principalmente, no sentido de apoio emocional. Vivemos acreditando que a qualquer momento, em qualquer situação extrema, contaremos sempre com o socorro de alguém mais sábio e mais forte, o eterno salvador, incapaz de impedir nossos fracassos.

Isto acontece porque somos treinados pela sociedade e, muitas vezes, educados por nossos próprios pais, para a dependência. Quando adultos muitos, ainda na adolescência,


suspiram pela liberdade, proclamam o desejo de fazer o que quiserem com suas vidas, aparentemente dispensando a aprovação do outro, sejam os pais, vizinhos, amigos ou quem for.

No entanto, esse desejo de liberdade muitas vezes entra em conflito com um outro desejo, o da segurança, a vontade de se livrar de situações ameaçadoras graças à proteção de um terceiro. Por isso, a liberdade desejada torna-se também assustadora, que evoca riscos e solidão. E nos transforma em seres ambivalentes, que vacilam entre ser dependentes e independentes.

Não é por termos recebido uma educação para a dependência, que rigidamente, temos que nos tornar dependentes. A busca da independência, por outro lado, não significa buscar o isolamento de todos. Todos nós dependemos de atenção, afeto, carinho, amor. Muitos ainda dependem de alguém financeiramente. Mas o pior tipo de dependência é a que torna a pessoa escrava de drogas, álcool, tabaco, sexo, comida ou outras formas de compulsão. E também a que faz com que alguém seja dependente psicologicamente de outra pessoa.

O desejo inconsciente de que alguém cuide de nós pode nos sujeitar a várias formas de dependência psíquica. Ser dependente é como pedir - ou muitas vezes, implorar: "cuide de mim, pois eu não consigo", em todos os sentidos. Pessoas com este comportamento são sujeitas a relações falsas e, se a própria pessoa acha que não consegue cuidar de si mesma, não se suportando, por que alguém a suportaria?

Dificilmente uma relação verdadeira e autêntica suporta isso por muito tempo. Qualquer relação deve ser baseada em trocas equivalentes e supõe pessoas inteiras. A dependência emocional mostra uma pessoa fragilizada, fraca e carente, que pode causar muitos desequilíbrios em qualquer tipo de relacionamento.

Depender do outro significa alimentar a intenção de renunciar aos próprios desejos, transferindo o encargo do bem-estar físico, mental e emocional. Significa deixar de ter vontades para subordinar-se às vontades de alguém. As pessoas dependentes tendem a se acomodar e se isentam de quaisquer responsabilidades.

Abafam suas ambições, sua capacidade e seu potencial de buscar seus sonhos e sua felicidade, perdendo a oportunidade de uma troca saudável com alguém. Na realidade, a pessoa dependente faz isso em busca de uma segurança que nunca lhe foi transmitida. É como se uma voz sempre soasse em seus ouvidos: "você não é capaz de cuidar de si mesma", indo sempre em busca da aprovação do outro, tornando-se cada vez mais dependente, insegura e insatisfeita.

Será, contudo, que a segurança interna e a aprovação que buscamos é algo que se encontra fora de nós? Psicologicamente, a dependência de drogas, álcool, trabalho, comida ou relacionamento, têm um aspecto em comum: a tentativa de preencher um vazio interno por meios externos. Seguramente, o caminho para auto-aceitação não é esse.

Como temos dificuldade de resolver nossas próprias dificuldades, agarramo-nos a tudo que nos rodeia, como um náufrago a tábuas de salvação. Esperamos que algo ou alguém supra todas as nossas necessidades e, quando isso não acontece, nos frustramos, nos sentimos pequenos e mais rejeitados, culpando inclusive quem não se predispôs a manter a dependência.

Na verdade, o amor e aprovação que se busca, ainda que inconscientemente, é algo que foi negado lá atrás, ou seja, no passado, tornando essa busca no presente em vão, pois na realidade, não se cobra daqueles que ficaram em dívida, mas dos que estão presentes. Nos tornamos escravos das cobranças a nossos "salvadores".

Às vezes, para nos livrarmos da dependência, precisamos aprender primeiramente a viver sozinhos, aprendendo a nos separar das pessoas, voltando a crescer e a cuidar de nós mesmos. Em certas situações, mesmo tendo a chance de crescer, muitos tendem a recuar e a se acomodar, colocando-se até contra aqueles que podem estar incentivando ao crescimento, porque ser independente significa se tornar capaz de se cuidar, de buscar a própria felicidade, de se responsabilizar pelas vitórias e principalmente pelas derrotas. E isto assusta!

Embora a sociedade incentive mais as mulheres à renúncia de si próprias, existem muitos homens que também cultivam o comportamento dependente. Há homens que gostam de ser cuidados e não pretendem perder esse privilégio, seja em relação à mãe ou à esposa. Mas também há mulheres que gostam de manter a sujeição à mãe, ao marido ou aos filhos, gerando um círculo vicioso de dependências.

Quase sempre a dependência evolui para uma relação doentia. Toda relação baseada na dependência comporta uma pessoa independente e, quando este suporta e incentiva a dependência do outro, torna-se o que chamamos de co-dependente e também precisa de tratamento.

O importante é a pessoa se questionar sempre, para entender quando a dependência se torna um fato negativo, que cega e impede de crescer interiormente, tornando a existência um vício da presença do outro. A dependência por vício, ou simbiose, entretanto, caracteriza um quadro patológico e merece atenção.

A complementaridade entre pessoas que se sentem inteiras e têm o cuidado para não pesar para os outros, procurando não apenas receber, mas também dar, resulta em uma troca saudável. Todos ansiamos por isso e ela tem um nome simples: amor. Mas só são capazes de amar efetivamente as pessoas que se sentem livres para escolher novamente, todos os dias, as mesmas pessoas, sem acomodamentos ou medos e sem se esconderem atrás de um enorme prato de comida!

Como somos diferentes!




Dia dos namorados já passou e muitas mulheres estão um pouco tristes, chateadas, decepcionadas por não terem recebido a atenção que esperavam receber. É preciso lembrar que tudo que foi feito dia 12 deve ser feito também nos outros dias, independente de datas a serem comemoradas, não é mesmo? Nós mulheres sabemos disso, mas por que será que é tão difícil para os homens entenderem algo que é tão óbvio para nós?

Muitos sabem e agem assim, cuidando, demonstrando, falando, mas são poucos, e os outros, na maioria, fazem, mas apenas no início do relacionamento e depois de algum tempo param porque acham que não é mais necessário. Como estão enganados! Como podem sequer imaginar que nos cansamos de ouvir "eu te amo" todos os dias? E o quanto desejamos ouvi-lo dizer: "como você está se sentindo, ou ainda, como você passou seu dia?" São detalhes que fazem toda uma diferença no relacionamento. Claro que existem várias formas de expressar esse amor, mas parece difícil nos fazermos compreendidas.

Precisamos sim de demonstrações diárias de amor. Para isso existem vários símbolos, que podem ser uma flor, um bilhete, um e-mail, um telefonema, um cartão, só para nos lembrar o quanto somos importantes e amadas. São pequenos gestos, sem valor material algum, mas que nos fazem sentir especiais. Quando ele deixa de fazer essas pequenas demonstrações, que com certeza fez no começo, é como deixasse de nos amar.

Eles também precisam saber que são amados, mas parece que para eles o simples fato de nos terem ao seu lado seja o suficiente. Por que os tornamos tão seguros? Estamos sempre dependendo deles para sabermos de nosso valor. Se falam algo que nos fazem sentir valiosas e importantes, vamos ao céu. Mas, quando nada falam, vamos ao outro extremo. Quanto a nós, estamos sempre demonstrando, cuidando, sem que precisem pedir, e isso os faz se sentirem importantes e seguros de nosso amor. Tão diferente de nós!

Para nós, amar alguém é cuidar de suas necessidades e muitas vezes, infelizmente, essa necessidade vai sendo substituída por outra, a necessidade de servir ao outro, de agradar, quem sabe com o intuito de ser reconhecida, ter a atenção. Com isso, algumas mulheres cedem tanto, que acabam por perder o contato com elas mesmas e com suas necessidades, tornando-se uma pessoa que só reclama e lamenta a ausência e falta de atenção por parte do parceiro. Com essa atitude, além de destruir a si mesma, acaba por colaborar e reforçar a destruição da relação.

É claro que é mais fácil oferecer apoio emocional ou qualquer outra demonstração de afeto quando foi recebido na infância. O que acontece muita vezes é que seu parceiro pode não ter tido nada disso quando criança e, apesar de saber o quanto faz falta, não se sente capaz de demonstrar. Do outro lado, se você foi ignorada, desrespeitada e rejeitada na infância necessita ainda mais de atenção, ficando difícil lidar com essas situações de falta de demonstrações de amor.

Nosso inconsciente age como se fizesse reviver toda emoção reprimida da época e por isso, muitas vezes, algumas mulheres têm reações desproporcionais, ela mesma assustando-se ou fazendo com que o parceiro sinta-se perdido, não conseguindo saber onde errou. Ou seja, cada um pode ter necessidades muito diferentes, o que não quer dizer que uma seja errada e outra certa. Simplesmente são diferentes. E imaginem juntar a necessidade enorme de receber com alguém que não consegue dar.

Para recebermos mais em nossos relacionamentos precisamos aprender como dar, não aquilo que precisamos, mas aquilo que nosso parceiro precisa, pois nem sempre damos o que o outro quer. Os dois lados estão dando, mas ninguém está recebendo. É preciso ter sensibilidade para sentir e oferecer o que o outro deseja. E isso serve para homens e mulheres.

É certo que cada um tem sua própria maneira de expressar seus sentimentos, mas que nem sempre vão ao encontro das necessidades de quem recebe. De que adianta eu te dar um presente que satisfaça apenas a mim e não a você? É mais ou menos assim, não é? São nesses desencontros que muitas vezes a distância começa, a indiferença se instala e amor estremece. E a única saída para não acabar em uma separação ainda é o diálogo.

É preciso conversar, conversar. Se ele se arrepiar só de falar em conversar sobre sentimentos, procure mostrar a ele o quanto isso é importante para os dois. Fale das suas necessidades e carências, que na verdade os dois têm, como forma de incentivá-lo a falar das suas próprias.

A necessidade de ser respeitada, de ser percebida por tudo que faz é tão importante quanto à necessidade de ser você mesma na relação sem ter que desistir de quem você é. Você pode se dar sem se perder. E pode receber sem ter que pedir. Basta que cada um tenha a sensibilidade para ouvir o outro, como se tivesse ouvindo a voz do próprio coração.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Neil barreto - Viver Bem, Como Fazê-lo

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Neil barreto - Uma Palavra Mágica, Obrigado (I)

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Neil barreto - Uma Palavra Mágica, Obrigado (II)

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Neil barreto - Um. Um Único Planeta, Um Único Mundo

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Neil barreto - Retrato de Uma Família Infeliz

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Neil barreto - Quando o Nome de Jesus Não Basta

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Neil barreto - Pão de Deus, Quando é Que Deus o Multiplica (I)

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Neil barreto - Pão de Deus, Quando é Que Deus o Multiplica (II)

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Neil barreto - Pão de Deus, Quando é Que Deus o Multiplica (III)

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Neil barreto - Pão de Deus, Quando é Que Deus o Multiplica (IV)

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Neil barreto - Pão de Deus, Quando é Que Deus o Multiplica (V)

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Neil barreto - Pão de Deus, Quando é Que Deus o Mutiplica (VI)

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Neil barreto - Pão de Deus, Quando é Que Deus o Multiplica (VII)

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Neil barreto - Pão de Deus, Quando é Que Deus o Multiplica (VIII)

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Neil barreto - Presença de Deus X Batalhas Convivencia Possível

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Neil barreto - Pecados, Ensurdecedores de Deus

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Neil barreto - Pai Benção ou Maldição

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Neil barreto - O Que, De Fato, Importa no Final (II)

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Neil barreto - O Que, De Fato, Importa no Final (III)

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Neil barreto - O Que, De Fato, Importa no final (IV)

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Neil barreto - O Que, De Fato, Importa no Final (V)

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Neil barreto - O Que, De Fato, Importa no Final (VI)

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Neil barreto - O Que, De Fato, Importa no Final (VII)

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Neil barreto - O Que, De Fato, Importa no Final (VIII)

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